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40% do novo alojamento local recuperou imóveis desocupados

17 nov 2016
40% do novo alojamento local recuperou imóveis desocupados
Geral, Imobiliário, Grupo PRUMMO
O alojamento local está a dar uma nova vida aos muitos imóveis abandonados na zona da Grande Lisboa, impulsionando a reabilitação urbana. Cerca de 40% das casas atualmente destinadas ao turismo de curta duração estavam desocupadas e foram recuperadas, enquanto 27% eram habitação própria. A grande maioria são apartamentos (74%), seguidos de moradias (12%) e hostels (9%).

alojamento local está a dar uma nova vida aos muitos imóveis abandonados na zona da Grande Lisboa, impulsionando a reabilitação urbana. Cerca de 40% das casas atualmente destinadas ao turismo de curta duração estavam desocupadas e foram recuperadas, enquanto 27% eram habitação própria. A grande maioria são apartamentos (74%), seguidos de moradias (12%) e hostels (9%).

Este cenário é traçado a partir dos resultados preliminares de um inquérito junto de 6 mil empresários do Alojamento Local (AL) na região de Lisboa e Vale do Tejo, realizado pela Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), em parceria com o ISCTE e a Sítios, e com o apoio do Turismo de Portugal.

Os dados obtidos irão resultar num estudo a apresentar até ao final do ano e este inquérito será aplicado em outras regiões de Portugal. A AHRESP diz que, até ao momento, foram obtidas mais de 1.200 respostas, avançando que os dados estão agora em fase de análise e o estudo será apresentado até ao final do ano.

Metade dos empresários espera recuperar o investimento neste negócio no período de um ano, mas 61% estão preocupados com carga fiscal, que consideram uma ameaça à sua atividade.

“A esmagadora maioria dos proprietários (73%) utiliza as plataformas de reserva para promoção e comercialização. Mas, cerca de 65% são geridas pelos proprietários, e 57% não prescindem de fazer eles próprios o acolhimento e receção dos hóspedes”, avança a AHRESP em comunicado.

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