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Obra nova está a voltar em todo o país: mais forte no Algarve, Alentejo e Grande Lisboa

14 jun 2018
Imobiliário
Ao contrário do que aconteceu no final do ano passado, em que se registou uma quebra de 1,4% registada no final de 2017, o licenciamento de edifícios está a crescer a nível nacional. Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE), revelam que as licenças aumentaram 2% no primeiro trimestre (face ao mesmo período do ano passado), sendo esta subida alimentada sobretudo pelas construções novas (mais 6,7%). Já os licenciamentos para obras de reabilitação caíram 20,7%.

Ao contrário do que aconteceu no final do ano passado, em que se registou uma quebra de 1,4% registada no final de 2017, o licenciamento de edifícios está a crescer a nível nacional. Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE), revelam que as licenças aumentaram 2% no primeiro trimestre (face ao mesmo período do ano passado), sendo esta subida alimentada sobretudo pelas construções novas (mais 6,7%). Já os licenciamentos para obras de reabilitação caíram 20,7%.

E o regresso à obra nova está a acontecer um pouco por todo o país, mas destaca-se com maiores aumentos nas regiões do Algarve (13,1%), Alentejo (12,9%) e Área Metropolitana de Lisboa (8,3%). Do total, 70,3% (4.500) destinou-se a habitação familiar, em que se verificou uma subida de  29,8% face ao primeiro trimestre de 2017.

Considerando todos os tipos de obras e todos os destinos, verifica-se uma elevada concentração do número total de fogos licenciados em obras de edificação num reduzido número de municípios. Os municípios com uma maior variação absoluta foram responsáveis pelo licenciamento de 20,7% do total de fogos no primeiro trimestre de 2018: Porto (10,9%), Vila Nova de Gaia (3,0%), Odivelas (2,3%), Lagos (2,0%) e Leiria (2,5%).

Obras concluídas aumentam 20%

No mesmo período foram concluídos 3,5 mil edifícios em Portugal, o que corresponde a um aumento de 20% face ao primeiro trimestre de 2017. Destes, 72% têm a ver com construções novas, das quais 69,8% para habitação familiar.

Apenas os Açores registaram um decréscimo em termos homólogos no número de edifícios concluídos, de 3,3%. Todas as outras registaram aumentos, com destaque para o Algarve (48,6%), Alentejo (28,5%) e Norte (27%).

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