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Setor da construção vira a página após 13 anos de quebras consecutivas

10 mar 2016
Setor da construção vira a página após 13 anos de quebras consecutivas
Geral, Imobiliário
O setor da construção foi um dos que mais “sentiu na pele” os efeitos da crise. Um cenário que mudou no ano passado, tendo-se verificado um crescimento de 3% do Valor Bruto de Produção (VBP), consequência da evolução positiva de todos os seus segmentos de atividade: 5% na construção residencial, 5,1% na construção de edifícios não residenciais e 1% nos trabalhos de engenharia civil.

O setor da construção foi um dos que mais “sentiu na pele” os efeitos da crise. Um cenário que mudou no ano passado, tendo-se verificado um crescimento de 3% do Valor Bruto de Produção (VBP), consequência da evolução positiva de todos os seus segmentos de atividade: 5% na construção residencial, 5,1% na construção de edifícios não residenciais e 1% nos trabalhos de engenharia civil.

“A evolução positiva do setor da construção em 2015, que se segue a 13 anos consecutivos de quebras do seu volume de produção, refletiu-se nos crescimentos de 4,1% do investimento em construção e de 3,7% do VAB das empresas de construção (de acordo com os valores das Contas Nacionais Trimestrais disponibilizados pelo INE)”, refere a Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (FEPICOP), na análise de conjuntura de março de 2016.

Em comunicado, a entidade revela que “o emprego acompanhou o aumento da produção, com um crescimento de 0,6% em 2015, tal como o consumo de cimento (6,9%)”.

No que diz respeito às transações imobiliárias realizadas no mercado residencial, destaca-se o forte aumento do montante das novas operações de crédito para aquisição de habitação (74%), conclui a FEPICOP, acrescentando que na construção nova de habitação houve um expressivo aumento do licenciamento (19%), após 15 anos seguidos de diminuição de fogos licenciados.

Para 2016, antecipa-se uma evolução positiva, mas mais moderada do que em 2015, do nível de atividade da construção, que poderá crescer 2,5%, com o segmento residencial a registar a evolução mais positiva (4%), ao contrário da engenharia civil, com a taxa de evolução mais moderada (1,5%). A construção não residencial deverá crescer em redor dos 3%”, lê-se no comunicado da FEPICOP.

Fonte: FEPICOP

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