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Taxas de juro do crédito à habitação voltam a cair para novo mínimo histórico

25 ago 2016
Taxas de juro do crédito à habitação voltam a cair para novo mínimo histórico
Geral, Imobiliário, Grupo PRUMMO
Em queda há exatamente dois anos, as taxas de juro implícitas nos contratos de crédito à habitação em Portugal voltaram a registar um novo mínimo histórico em julho, renovando a tendência de há vários meses consecutivos. Segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) a taxa baixou de 1,089% para 1,066%, numa redução de 0,023 pontos percentuais.

Em queda há exatamente dois anos, as taxas de juro implícitas nos contratos de crédito à habitação em Portugal voltaram a registar um novo mínimo histórico em julho, renovando a tendência de há vários meses consecutivos. Segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) a taxa baixou de 1,089% para 1,066%, numa redução de 0,023 pontos percentuais.

"A taxa de juro implícita no crédito à habitação passou de 1,089% em junho para 1,066% em Julho", refere o INE em comunicado. Já no que toca aos contratos celebrados nos últimos três meses, o organismo revela que "a taxa de juro implícita foi 2,044%, inferior em 0,013 pontos" ao registado em junho.

Valor da prestação vencida volta a cair

Esta redução foi registada em todas as rúbricas, mas "no destino de financiamento aquisição de habitação, o mais relevante no crédito à habitação, a taxa de juro implícita no conjunto de contratos fixou-se em 1,079%, 0,022 pontos abaixo do valor observado em junho". Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, a taxa manteve-se inalterada em 2,024%.

Por outro lado, o valor médio da prestação vencida, depois de dois meses inalterado, voltou a cair em julho, de 238 para 237 euros. Uma redução que o INE explica como tendo "origem na componente juros". Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, este valor médio caiu também em um euro para 307 euros.

De referir que o valor da prestação da casa paga ao banco em julho, os já referidos 237 euros, representa o valor mais baixo desde, pelo menos, janeiro de 2009. Ou seja, o esforço para pagar o empréstimo recuou 124 euros face ao montante verificado há sete anos. E mais: a mensalidade custa menos 34 euros que, por exemplo, em julho de 2011, o ano da chegada da troika.

Já o montante de capital médio em dívida para a totalidade dos contratos de crédito à habitação aumentou em 20 euros para 51.778 euros. Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, o montante médio do capital em dívida foi euros 85 928 euros (85 360 euros no mês anterior).

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