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Taxas de juro dos empréstimos da casa voltam a cair

21 dez 2018
Taxas de juro dos empréstimos da casa voltam a cair
Geral, Imobiliário, Grupo PRUMMO
As taxas implícitas do conjunto de créditos à habitação voltaram a descer em novembro, depois de oito meses consecutivos sem cair - neste período, aumentaram sempre ou mantiveram-se inalteradas. Segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE), no mês passado atingiram os 1,049%, o que representa uma queda face aos 1,051% atingidos em outubro.

As taxas implícitas do conjunto de créditos à habitação voltaram a descer em novembro, depois de oito meses consecutivos sem cair - neste período, aumentaram sempre ou mantiveram-se inalteradas. Segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE), no mês passado atingiram os 1,049%, o que representa uma queda face aos 1,051% atingidos em outubro.

"A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação diminuiu 0,2 pontos base em novembro em relação a outubro, fixando-se em 1,049%", explica o INE em comunicado. Já nos contratos celebrados nos últimos três meses, onde a tendência recente tem sido maioritariamente de queda, a taxa de juro desceu 0,7 p.b. para 1,452%.

No que respeita aos empréstimos para a compra de casa, que é o mais relevante no conjunto do crédito à habitação, a taxa de juro implícita também recuou 0,1 p.b. para 1,072%. Já nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro para este destino de financiamento desceu 0,6 p.b. para 1,445%.

Já a prestação média vencida, esta manteve-se em 243 euros, sendo que continou a ser de 46 euros (19%) a fatia correspondente ao pagamento de juros e de 197 euros (81%) o que se refere ao capital amortizado. Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio da prestação aumentou dois euros para 329 euros.

Por outro lado, o capital médio em dívida para a totalidade dos contratos de crédito à habitação subiu 192 euros para 52.352 euros, atingindo assim o valor mais elevado desde agosto de 2015.

Segundo o INE, está em causa o maior aumento mensal desde que o organismo começou a recolher estes dados, em 2009. "Para os contratos celebrados nos últimos três meses, o montante médio do capital em dívida desceu 169 euros para 98.911 euros", destaca em comunicado.

Fonte: Idealista News


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